Para falar sobre o comportamento feminino no segmento imobiliário é importante entender sobre o espaço das mulheres na sociedade, que tem sido constantemente ressignificado. Pelo menos nos últimos 5 anos, o percentual de riqueza produzido por mulheres cresceu 25%, segundo uma pesquisa do Boston Consulting Group de 2016, e a expectativa é que 1 bilhão de mulheres entrem no mercado de trabalho até 2025, de acordo com um estudo da PWC.

Esses estudos – e mudanças-, assim como as características que são intrínsecas ao comportamento feminino, como paciência e observação minuciosa, têm conduzido as mulheres a ganhar cada vez mais poder de decisão na compra. Sabendo disso, e lembrando que, no calendário, o Dia Internacional da Mulher é celebrado no dia 8 de março, nós, da Galvão Vendas, pensamos que seria muito importante vir aqui falar com você sobre a importância dessa data.

Neste post, saiba o que tem levado as mulheres a tomadas de decisões muito importantes e entenda tudo sobre o público feminino na escolha do imóvel ideal.

O que conduz a decisão das mulheres?

Mais do que nunca, encontramos mulheres assumindo escolhas e isso também diz respeito à decisão da compra de uma casa. De acordo com uma pesquisa do Storia Imóveis de 2018, 67% do público que busca imóveis é composto por mulheres. Porém, o caminho delas para essa definição é um pouco diferente daquele realizado pelos homens.

O primeiro destaque vai para os padrões emocionais, sentimentos, instintos e comportamentos reproduzidos de maneira similar por diferentes mulheres. Mesmo que a tendência ainda seja a mulher agir de maneira mais emocional durante uma decisão, a atenção aos detalhes, desde o olhar à metragem do imóvel, localização e segurança até a qualidade do piso e a estética do local, fazem toda diferença na escolha da casa ideal. 

Com isso – e por estarem acostumadas a desfrutar muito mais do processo de compra-, as suas escolhas, no fim, acabam sendo muito bem definidas. E, com isso, hoje, o tipo de casa ideal para o casal ou família acaba sendo determinado de forma bastante compartilhada, provocando novidades em negociações imobiliárias.

Impacto no mercado imobiliário

As construtoras e incorporadoras, por exemplo, usam cada vez mais estratégias para atrair o público feminino. Uma tendência é oferecer áreas de lazer e conforto, que misturam praticidade com refinamento. Por isso, a infraestrutura de um empreendimento, hoje, inclui salões de beleza, salas de massagem, academias de dança e musculação, SPAs e assim por diante.

Além disso, pesquisas mostram que, atualmente, o sexo feminino representa mais de 40% da População Economicamente Ativa no país (PEA), influenciando no fechamento dos negócios. Você sabia que, de acordo com alguns estudos de mercado, 60% das compras, sejam de casas ou apartamentos, são concretizadas somente após a aprovação da mulher? É que elas, além de assumirem um papel determinante na hora de fechar um negócio, têm complementado de forma plena a renda do casal para o financiamento. Em 2014, já representavam 37% dos contratos de financiamento concedidos pela Caixa Econômica Federal.

Da mesma forma, acabam comprando sozinhas seu próprio imóvel, o que há poucos anos não era um comportamento muito comum no mercado. No Rio de Janeiro, por exemplo, 63% dos compradores de imóveis são mulheres, de acordo com uma pesquisa da Inteligência de Mercado da incorporadora RJZ Cyrela. Mudanças que nos levam a crer em transformações constantes no varejo imobiliário, reforçando cada vez mais o poder da mulher na tomada de decisão da família.

Aqui na Galvão Vendas estamos atentos a essa movimentação e ficamos muito felizes em atuar ao lado de mulheres que têm como algumas das suas características a determinação e a competência. E vocês, estão atentos a essas mudanças?

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