Uma das formas mais buscadas para facilitar a compra de um imóvel próprio é o financiamento imobiliário. Através dele, é permitido que as instituições financeiras “emprestem” até 80% do valor de uma casa, apartamento ou terreno — dependendo de algumas condições, como a faixa de renda do contratante. Existem três tipos principais de financiamento, e é bom estar atento às diferenças entre eles.

Quer saber mais sobre esse assunto? Nós, da Galvão Vendas, explicamos a você aqui! Neste post, conheça os tipos de financiamento imobiliário e saiba qual é o melhor para você:

Sistema Financeiro de Habitação (SFH)

Financiamento

Criado pelo Governo Federal, esse tipo de financiamento é garantido pelo FGTS e pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE). É esse sistema que rege a maioria dos financiamentos imobiliários assinados no país. De acordo com suas regras:

  • O valor máximo do imóvel financiado pode ser de até R$ 950 mil para Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. Nos demais estados, o valor é de R$ 800 mil;
  • O total da parcela não pode ser maior do que 30% da renda mensal do contratante;
  • O prazo de quitação da dívida pode ser de até 35 anos;
  • A compra deve ser feita exclusivamente por pessoa física;
  • A taxa de juros pode ser de, no máximo, 12% ao ano;
  • O percentual do valor máximo a ser financiado é de 70% para imóveis usados e de 80% para unidades novas.

Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)

Financiamento

Criada pelo Governo Federal para cobrir valores acima do máximo permitido pelo SFH — ou seja, imóveis avaliados em mais de R$ 950 mil (ou R$ 800 mil). Por isso, aqui, há um risco maior que, logo, é refletido nas taxas de juros maiores e variáveis. Suas regras são:

  • O valor de avaliação do imóvel deve ultrapassar R$ 950 mil para Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. Nos demais estados, deve ultrapassar R$ 800 mil;
  • Não há limite de renda comprometida;
  • A dívida pode ser quitada em até 35 anos;
  • O valor financiado pode variar entre 80% e 90% do valor do imóvel;
  • A compra pode ser feita por pessoa física ou jurídica;
  • A taxa de juros é variável. Em 2018, a taxa mínima caiu de 11,25% para 10% ao ano.

Sistemas de amortização:

Financiamento

Sistema de Amortização Constante (SAC)

O Sistema de Amortização Constante (SAC) é a forma mais comum de financiar. Com essa tabela, o seu financiamento contará com parcelas decrescentes ao longo do tempo de contrato. O valor das parcelas é o mesmo, mas os juros cobrados baixam.

Sistema de Amortização Crescente (Sacre)

Menos utilizado, o Sistema de Amortização Crescente (Sacre) faz com que o contratante tenha parcelas de diferentes valores ao longo do tempo de contrato. Elas crescem até a metade do período, momento no qual apresentam o valor mais alto. A partir desse pico, o valor volta a baixar gradativamente até a última parcela.

Tabela Price

A Tabela Price faz um balanço entre os valores cobrados para manter o custo final mensal do financiamento igual do início ao fim do contrato. A composição da parcela é diferenciada, mas o boleto terá sempre o mesmo valor!

O que as parcelas do financiamento englobam?

Financiamento

As parcelas de qualquer financiamento são compostas pelos mesmos elementos: amortização, taxas de juros e de seguros. O que difere em cada um deles é a forma como os valores são inseridos. Enquanto em alguns o que muda é a porcentagem de juros, em outros todos os valores podem variar na hora de compor a fatura final.

O valor ainda é influenciado pela inflação nos preços do mercado financeiro. É por isso que, para que os bancos não percam dinheiro com a amortização, a taxa de juros é corrigida ao longo do tempo, para cobrir a possível alta nos preços. Além disso tudo, há ainda uma pequena porcentagem reservada para seguros — MIP (Morte e Invalidez Permanente) e DFI (Danos Físicos ao Imóvel).

E aí, ficou com alguma dúvida? Você pode conversar com a gente: na Galvão Vendas, nossa maior conquista é ver você de imóvel novo. Que tal entrar em contato?